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Femusc 2022 celebra cultura brasileira e resgata obras de outras épocas em Jaraguá do Sul.

Obras sinfônicas de Dom Pedro I serão interpretadas durante espetáculo; confira.

FESTAS E EVENTOS

FESTAS E EVENTOSTudo que acontece na nossa região.

14/01/2022 11h55
Por: Vitor Blemer
Fonte: NSC Total
Edição comemora bicentenário da Independência e a Semana da Arte Moderna(Foto: Femusc/Divulgação)
Edição comemora bicentenário da Independência e a Semana da Arte Moderna(Foto: Femusc/Divulgação)

Com objetivo de celebrar a cultura musical brasileira, a 17ª edição do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc) inicia no próximo dia 16 e fica até 29 de janeiro no palco do Grande Teatro Scar, em Jaraguá do Sul. Neste ano, dois acontecimentos marcantes para o país serão celebrados em meio às apresentações: o bicentenário da Independência e a Semana da Arte Moderna de 22.

Com foco na música clássica, instrumental, erudita e MPB, Alex Klein, que faz parte da administração artística do evento, explica que obras sinfônicas da década da Independência serão reinterpretadas durante o espetáculo. Inclusive, composições do próprio Dom Pedro I, como o Hino da Independência do Brasil e a Abertura Independência — raramente tocada —, ambas de 1822. 

As obras, segundo Klein, serão apresentadas com instrumentos utilizados na época. A ideia é ter a mesma percepção de sonoridade que Dom Pedro tinha naquele período.

Alex Klein faz parte da administração artística do evento

Alex Klein faz parte da administração artística do evento (Foto: Femusc/Divulgação)

— Vamos também contar com outras obras da época, como de José Maurício Nunes Garcia, nosso grande compositor colonial. Dele, vamos apresentar a Abertura em Ré, Abertura Zenira, e partes da Missa de Santa Cecília — destaca. 

Da Semana da Arte Moderna, que ocorreu em São Paulo em 1922, o diretor artístico cita a descoberta do compositor e maestro Heitor Villa-Lobos, que também será prestigiado nos palcos do Femusc. 

— Uma coisa curiosa, que pouco é mencionada, é que este movimento é baseado em algo. Havia algo antes da Semana de Arte Moderna que nos clamava por atenção e que a Semana transformou em arte brasileira. Então, vamos mostrar arte de Ernesto Nazareth, de Chiquinha Gonzaga e Pixinguinha, que mostram qual era o polo cultural brasileiro que pedia por este reconhecimento — define. 

Aberto a pessoas e culturas 

Alex Klein faz questão de destacar que o Femusc é um festival internacional e, como tal, mantém padrões de organização, pedagogia e acesso a alunos, professores e público no geral. Para ele, o festival promove a igualdade e possui diferenciais que podem ser considerados acima do que é ofertado no exterior.

Por causa da pandemia, lotação do evento será reduzida em menos de 50% da capacidade

Por causa da pandemia, lotação do evento será reduzida em menos de 50% da capacidade (Foto: Femusc/Divulgação)

— E nós fazemos tudo isso com o jeito brasileiro. Ou seja, nós somos generosos, nós somos abertos a outras pessoas e culturas, e isso nem sempre é o caso no exterior. Tratamos todos com igualdade — pontua.

As atrações deste ano, segundo Klein, foram escolhidas de duas formas: composições que são importantes para o evento, como obras sinfônicas e operas, por exemplo, foram debatidas entre professores e administração artística. No entanto, cerca de 90% das exibições foram oferecidas e escolhidas pelos próprios estudantes.  

— Os próprios alunos nos enviam obras que eles gostariam de estudar e apresentar e organizamos os ensaios e pessoal envolvido. É uma administração participatória, neste caso — explica. 

O evento contará com 61 apresentações abertas ao público no Auditório do Centro Cultural SCAR e em espaços públicos, como praças e comércios de Jaraguá do Sul. Entre os destaques confirmados estão Jane Duboc, uma das grandes vozes da MPB, Marc Destrubé, do violino barroco, a cravista Béatrice Martin, que tocou na abertura da nova Filarmonie de Paris, e Fernando Cordella, um dos principais cravistas dessa geração na América Latina.

Protocolos de segurança

Sem apresentações para fora do Teatro Scar por causa da pandemia da Covid-19, segundo Fenisio Pires Júnior, diretor executivo do festival, alguns protocolos de segurança serão mantidos dentro do evento.

Acostumado a receber mais de 500 componentes, o espetáculo desta edição terá público reduzido, com pouco mais de 20 professores e assistentes e cerca de 110 participantes. Para o público, foram ofertadas apenas 450 cadeiras - número representa menos de 50% da capacidade do local. 

Tirando as exigências básicas de uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social, serão também oferecidos, diariamente, testagem para Covid-19 no local do evento e terá distribuição de máscaras de proteção. 

— Tanto o público quanto os participantes terão aferição de temperatura, a todo momento que ingressarem nos locais do evento. Estamos trabalhando também com protocolo de suspeita. Uma equipe de saúde será mantida a todo tempo no evento, assim como ambulatórios e locais para isolamento, se necessário — afirma Fenísio.

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